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Cuidado e Aconselhamento Pastoral – Pós-Graduação Lato Sensu dezembro 7, 2008

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A PUCPR está lançando o Curso de Especialização em Cuidado e Aconselhamento Pastoral.

A proposta do curso é instrumentalizar a partir de um referencial ético-cristão, pessoas que pretendem se envolver ou já se encontram envolvidas em tarefas de cuidado e aconselhamento pastoral. Neste sentido, o curso organiza-se de forma a possibilitar a reflexão teórica e prática do cuidado e do aconselhamento a pessoas, famílias, grupos e instituições. Fundamentado na perspectiva da saúde e da inter-religiosidade, o curso capacita profissionais a atuarem de forma diferenciada nas mais diversas áreas do cuidado e do aconselhamento pastoral, como: Pastoral Educacional, Hospitalar, Comunidades Eclesiais e outras instituições voltadas ao cuidado.
Público: Pastores e pastoras, leigos/as, lideranças religiosas, psicólogos/as, assistentes sociais, agentes de pastoral, educadores/as, pessoas envolvidas em ONGs com enfoque na prática do cuidado; professores/as de teologia e demais profissionais da área do cuidado interessados no tema.
O curso funcionará uma vez por mês, aos sábados e domingos – de manhã e à tarde, totalizando 20ha cada módulo.

Período de inscrição: 24 de novembro de 2008 a 25 de março de 2009.

Para maiores informações, tais como: disciplinas, professores e investimento, acesse o site: http://www.pucpr.br/cursos/especializacao/mostra_curso.php?processo=132&curso=1804

Pesquisas em Psicologia da Religião – Estratégias de coping religioso na saúde e bem-estar: a questão do luto dezembro 8, 2007

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Arriès considerava mórbido não o falar da morte. Ao contrário, nada dizer sobre ela é que é, para ele,  verdadeiramente mórbido.

Carvalho (2007), em estudo sobre luto e religiosidade, faz uma revisão bibliográfica sobre o tema e empreende uma pesquisa empírica a respeito dos tipos de mecanismos de coping religioso utilizados em situações de luto.

Na pesquisa, Carvalho aplica em 32 sujeitos que passaram por uma experiência significativa de luto, o Questionário sobre oLuto (QSL), o Questionário de Avaliação do Sobrenatural (QAS3) e o The Ways of Religious Coping Scale (Worcs).
Um dos achados de Carvalho é que as pessoas que utilizam mecanismos de coping religioso restabelecem com menos complicações o equilíbrio perdido quando da perda de um ente querido.

O trabalho de Carvalho, produzido como Monografia de Conclusão do curso de Psicologia está disponível em: http://www.psicologia.com.pt/artigos/ver_artigo_licenciatura.php?codigo=TL0059&area=d15&subarea=d15D Para baixar o texto completo clique aqui: Luto e Religiosidade

A prática do cuidado e a função da religiosidade no enfrentamento da doença novembro 23, 2007

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O Professor Geraldo Paiva discute, num texto publicado em março/2007, pela Rever, o conceito de cura como cuidado e como recuperação da doença. Ele levanta, também, algumas questões acerca da competência da Psicologia para se pronunciar quanto à eficácia ou não do religioso na experiência de enfrentamento (coping) . O prof. Geraldo observa que

as pessoas cujo enfrentamento “religioso” tem a natureza de um enfrentamento “sagrado” mobilizam cognições, motivações, pulsões que dispõem uma nova configuração da existência e podem atingir, mediante o sistema imunológico, a faixa do biológico no homem.

Paiva aborda, ainda, o papel do/a psicólogo/a, do/a teólogo/a e do/a agente pastoral a partir de uma prática que saiba distinguir, em termos teóricos e práticos, as dimensões do religioso, do sagrado e do profano.

O texto completo pode ser acessado aqui: Religião, enfrentamento e cura: perspectivas psicológicas

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Prática clínica e espiritualidade

Os olhares do cuidado 

Os olhares do Cuidado: dimensões da integralidade em saúde outubro 11, 2007

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Como abordar a questão da integralidade em saúde se deixarmos de fora a dimensão da espiritualidade/religiosidade, esse difícil tema que insiste em se fazer presente até mesmo quando parece ausente? Para pensar sobre a questão da espiritualidade e sua relação com a prática do cuidado e da busca da integralidade em saúde, 3 “dispositivos” serão aqui evocados. O que poderá emergir como possíveis “conclusões” ou mesmo outras questões para se continuar pensando a partir dos dispositivos apresentados fica em aberto, à espera, talvez, daqueles/as com coragem para deixar aqui suas contribuições.

Dispositivo 1 – fábula: “Cura” – O sentido de cura e cuidado

A palavra “cura” vem do latim – curare – significa cuidado, atenção, “preocupação com”. Não é por acaso que o título da Fábula de Higino, também contada por Goethe, no segundo ato de Fausto, traz o título “Cura”. Em sua obra Ser e Tempo, Heidegger utiliza-a como idéia central para desenvolver a reflexão sobre cuidado como um “modo de ser do humano”. O cuidado pré-figura a existência humana, perpassa-a e a constitui, sendo então, condição da continuidade da existência. Vamos à lenda:

Quando um dia o Cuidado atravessou um rio, viu ele terra em forma de barro: meditando, tomou parte dela e começou a dar-lhe forma. Enquanto medita sobre o que havia criado, aproximou-se Júpiter. O Cuidado lhe pede que dê espírito a essa figura esculpida com barro. Isso Júpiter lhe concede com prazer. Quando, no entanto, o Cuidado quis dar seu nome à sua figura, Júpiter o proibiu e exigiu que lhe fosse dado o seu nome. Enquanto o Cuidado e Júpiter discutiam sobre os nomes, levantou-se também a Terra e desejou que à figura fosse dado o seu nome já que ela lhe tinha oferecido uma parte do seu corpo. Os conflitantes tomaram Saturno para juíz. Saturno pronunciou-lhes a seguinte sentença, aparentemente justa: Tu Júpiter, porque deste o espírito, receberás na sua morte o espírito; tu Terra porque lhe presenteaste o corpo, receberás o corpo. Mas, porque o Cuidado por primeiro formou essa criatura, , irá o Cuidado possuí-la enquanto ela viver. Como, porém, há discordância sobre o nome, irá chamar-se homo (homem), já que é feito de húmus (terra) (Heidegger: 1988, p. 263-4).

Dispositivo 2 – vídeo – A Integralidade da assistência em saúde

(vídeo produzido pelo BERRO – Laboratório de Artes Cênicas da UFPI disponível em: http://www.abepsi.org.br/abep/videos.aspx#)

“Entre desejo e realidade” (como se pode ler nas inscrições iniciais do vídeo) está a cegueira e o não-olhar o outro como impedimento para a promoção efetiva da cura/cuidado. O cuidado supõe olhar o outro em sua singularidade. Tem como condição ouvir o desejo do outro ainda que o mesmo pareça óbvio àquele que ocupa o lugar de cuidador. O cuidado não é algo que se dá a outro, mas que se pratica com o outro, implica em circulação de afetos, em algo que se cria em comum. Quanto nossa escuta e nosso olhar estão abertos em nossa prática de cuidado? Quanto permitimos que todo o nosso corpo, olhos, ouvidos, coração e mente sejam afetados e ativados nos encontros de afeto com o outro?

Dispositivo 3 – narrativas da vida de Jesus – O olhar o outro, a escuta do desejo e a valorização das crenças pessoais

Duas narrativas, recortadas do Segundo Testamento, contam a história de pessoas cegas buscando pela cura. A primeira é de um morador da cidade de Jericó – lugar onde acontece o encontro desse cego com Jesus. Ao perceber a agitação da cidade em razão da visita do Filho de Deus àquele lugar, aproveita a oportunidade e clama por misericórdia. As pessoas ordenam que ele se silencie, mas ele grita cada vez mais alto. Jesus vê que ele é cego, mas a despeito disso, evoca seu desejo de cura na pergunta de algo “aparentemente” óbvio: “Que queres que eu te faça?” (Marcos 10: 46-52). Jesus não se colocou no lugar de de alguém que “sabe” de antemão o desejo do outro, ainda que pudesse supô-lo. Ele pergunta pelo desejo: “o que você quer?”. O resultado desse encontro é descrito na frase: “Vai, a tua fé te salvou”. A segunda narrativa conta a história de dois cegos que pedem a cura e Jesus lhes pergunta: “vocês crêem que eu posso fazer isso?” À resposta afirmativa de ambos, Jesus diz: “Seja feito segundo a fé de vocês!”(Mateus 9: 27-28). Em ambas as narrativas, o posicionamento de Jesus frente aos que buscam a cura não é de alguém que sabe de antemão o desejo do outro. Pelo contrário, sua atitude revela que parece-lhe parte integrante do processo de cura, a ativação de um elemento que não depende do “curador”, mas que tem a ver com a implicação das partes envolvidas num processo de criação – em conjunto – de uma outra realidade. No caso dos cegos, esse elemento era a fé, a crença, os valores que possuíam – era a subjetividade de cada um que era convocada no processo de cura. É possível depreender dessas narrativas que a cura/cuidado é uma via de duas mãos, é algo que se constrói em comum, sobre uma base mínima de identificação onde as condições de possibilidade de emergência de uma outra configuração depende do olhar do outro e de uma escuta que agencia o desejo no processo de cura e de afirmação mesma da vida.

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Prática clínica e espiritualidade: Como (e a quem cabe) atender a demanda espiritual de pacientes com enfermidades crônicas? outubro 7, 2007

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Estudos realizados junto a pacientes com enfermidades crônicas de difícil prognóstico (HIV, dores crônicas, cardiopatias, esclerose múltipla, pacientes terminais, etc) destacam a importância do enfrentamento religioso nesse contexto de cuidado, salientando, também, os benefícios daí advindos (Rivera-Ledesma, 2007). Tem-se constatado, a partir de várias pesquisas, a importância do “cuidado integral” em saúde. Apesar disto, o aspecto da espiritualidade muitas vezes fica de fora no atendimento aos pacientes, menos em razão de admitir ou não a sua importância, mas muito mais em função da dificuldade dos/as profissionais em levar à cabo tal atendimento. Rivera-Ledesma (2007, p. 125) afirma que

atender as necessidades espirituais dos pacientes sob cuidado médico é uma realidade clínica cotidiana nas unidades de traumatologia, oncologia, e em geral naquelas áreas onde o paciente se vê confrontado com sua própria morte ou a de um ser querido, e a Organização Mundial de Saúde tem enfatizado sua importância.”

Contudo, como fazer isto? Será que o atendimento às necessidades espirituais cabe exclusivamente ao capelão ou aos líderes religiosos? Qual a postura do/a psicólogo/a? Qual o papel do/a médico/a, enfermeiro/a, de cada clínico envolvido no atendimento aos pacientes em relação a essa questão?

Rivera-Ledesma debruça-se sobre este tema explorando “a inserção do espiritual nos quatro recursos psicoterápicos básicos que constituem o arsenal clínico em psicologia: o Acompanhamento, o Aconselhamento, a Psicoterapia e os Sistemas Psicoterápicos”. Para o autor do estudo, não se está em discussão a importância do atendimento espiritual aos pacientes, mas sim “como” realizar tal atendimento, uma vez que

cada especialidade parece expressar no enquadre clínico que lhe é característico distintos questionamentos profissionais e éticos, circunscrevendo sua atuação a um certo nível de intervenção em relação ao espiritual. Sem dúvida parece que não existe ainda um claro consenso que permita elucidar: ‘Quem deve ser responsável pelas necessidades espirituais de um paciente e como?'”

Este assunto foi objeto de reflexão e pesquisa de doutorado de Rivera-Ledesma, na cidade do México. Seu estudo em muito contribui para a prática clínica nas diferentes áreas profissionais (medicina, psicologia, líderes espirituais, capelães, enfermagem, etc) que se ocupam do cuidado integral em saúde. O autor conclue seu trabalhando lembrando da importância “de não se desdenhar da importância do espiritual. Esta área da vida humana que tem sido segregada do campo da psicologia, e que parece ser necessário hoje em dia, assinalar um lugar para além do apaixonamento/ardor da fé e do ceticismo academicista contemporâneo”.

Vale a pena ler esse trabalho com atenção.

Acesse o texto completo: Prática Clínica e Espiritualidade.

Do sentimento de culpa à noção de “concern” – contribuições winnicottianas outubro 1, 2007

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A palavra “concern”, trazida para o campo da psicologia, por Winnicott, é de difícil tradução para o português. Em razão disto, tradutores desse autor preferem manter a palavra no original em inglês. Em português, concern traz a idéia de “preocupação”, “cuidado”. Winnicott é conhecido pelos seus “paradoxos insolúveis”. Sua utilização da palavra concern guarda um desses paradoxos sem solução, pois, “cuidado” tem o sentido ambíguo de “desvelo”, “atenção”, e ao mesmo tempo “cautela”, “inquietação”, “preocupação”.

Em Winnicott, a noção de concern aparece como alternativa à idéia de culpa (bastante estudada por Freud, com respeito à formação do superego e à resolução do Complexo de Édipo). Em seu estudo sobre “a psicanálise do sentimento de culpa”, Winnicott observa que a idéia de “valor” no indivíduo está intimamente ligada à capacidade para o sentimento de culpa. Para ele, o sentimento de culpa não se trata de algo “natural”, pelo contrário, desenvolve-se e estabelece-se como uma capacidade para experimentar o mesmo. Em outras palavras, o sentimento de culpa, de acordo com Winnicott, está ligado ao desenvolvimento de um senso moral, ou, melhor dizendo, ao desenvolvimento de uma ética, pois, cuidado e capacidade de se preocupar não diz respeito a um comportamento desvinculado da relação com o outro, pelo contrário, a pressupõe.

Assim, a idéia winnicottiana de “cuidado” parece mais ética (valores flexíveis, construídos por opção do indivíduo em função do estilo de existência que tais escolhas implicam, como nos lembra Foucault) e menos moral (valores rígidos, tomados como certo/errado a priori, a partir de modelos já dados).

Qual a importância da reflexão acerca do sentimento de culpa e da noção winnicottiana de concern para a Psicologia da Religião? A pergunta não poderá ser respondida plenamente aqui, agora. Trata-se de um questionamento que merece maior aprofundamento futuro. Por ora, cabe pontuar apenas que Winnicott contribui com uma importante ferramenta conceitual a ser utilizada no estudo de certas formas de religiosidade que emergem na contemporaneidade. Além disso, a idéia de concern pode ajudar em muito aqueles que trabalham com o Aconselhamento Pastoral/Espiritual, pois aponta a possibilidade de uma prática de aconselhamento que tenha como baliza a ética do cuidado, e não a culpabilização moral calcada em a-priori religiosos. Assim, para começar a pensar sobre o tema, vale a pena estudar com atenção, dois textos: o de Jurandir Freire Costa: “Da dívida como culpa ao cuidado com o outro: as perspectivas de Nietzsche e Winnicott”, e o de Nahman Armoni: “Poderiam Freud e Winnicott nos ajudar a compreender as transformações morais e éticas de nossos tempos?”

Para ter acesso ao texto de J. F. Costa, clique no link abaixo.

da-divida-como-culpa-ao-cuidado-com-o-outro.doc

Além destes dois textos, vale a pena ir direto ao texto de Winnicott em:

WINNICOTT, D. W. Psicanálise do sentimento de culpa. In: WINNICOTT, D. W. O ambiente e os processos de maturação. Estudos sobre a teoria do desenvolvimento emocional. Porto Alegre, Artes Médicas, 1983.

Ainda sobre Homossexualidade e Religião: uma análise sobre o tema no contexto da Igreja Católica setembro 16, 2007

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 Tem sido bastante acessados os posts sobre “Homossexualidade e religiosidade” e “Sexualidade e Religião”, com disponibilização de textos sobre o tema – de  autoria do Prof. J. Farris . A análise de Farris sobre homossexualidade e religião tem como ponto de partida a perspectiva Protestante. Agora, apresentamos o tema na perspectiva da Igreja Católica, pelo professor Edênio Valle, professor de Psicologia da Religião e Ciências da Religião na PUC – SP.

Segundo Valle, com base em estudos de valor realizados no Brasil, a idéia de “que nada se move quanto às posições da Igreja Católica, da Teologia e de outros especialistas católicos que se pronunciam sobre o assunto” tem sido reforçada.  No entanto, essa idéia de que a Igreja teria parado nos tempos da inquisição não corresponde aos fatos, de acordo com a opinião do professor. Para ele,

Existe entre os psicólogos que estudam a religião um desconhecimento bastante generalizado a respeito do que a Igreja Católica diz oficialmente sobre ética sexual e homossexualidade. O que se sabe e se repete são generalizações sobre pronunciamentos do Vaticano, interpretadas segundo a ótica editorial dos veículos de comunicação e com base normalmente em coisas do passado, quando religião, ciência, direito e costumes viam a homossexualidade como doença e/ou como “crimen pessimum”.

Diante disso, Valle apresenta o pensamento ético que a Igreja Católica defende a respeito da homossexualidade com base em análise dos documentos oficiais da Igreja. Seu estudo é realizado desde a “perspectiva das ciências da religião, com ênfase na abordagem psicontropológica”.

Valle acredita que tem havido um deslocamento na posição da Igreja em relação ao tema  no que se refere, especificamente, “à pastoral (isto é, ao acolhimento e acompanhamento das pessoas)”. Segundo ele, “os textos eclesiásticos (e mais ainda, os dos teólogos) demonstram uma atitude de maior compreensão da complexidade do fenômeno homossexual, em cada um de seus múltiplos e distintos aspectos neurobiológicos (…), socio-antropológicos (…) psicológicos (…), históricos (…) e bíblico-teológicos ( …)”.

Acesse o texto completo, publicado pela REVER, aqui.

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Teologia e Biologia – Curso de Extensão setembro 10, 2007

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teologia e biologia

O curso será ministrado no período de 16 a 18 de outubro/2007, na Escola Superior de Teologia – EST, pelo Prof. Dr. Carlos José Hernandéz, médico psiquiatra, professor aposentado de Psicologia da Religião, da Universidade de Posadas. A carga horária do curso é de 16 horas e abordará temas a partir de um enfoque da “biologia da ressurreição”. Mais informações a respeito desse curso você pode acessar aqui.

VI Simpósio Internacional de Aconselhamento Pastoral setembro 5, 2007

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folder simpósio

Espiritualidade na trajetória da vida: vivência, desafios e perspectivas – este é o tema do Simpósio que ocorrerá na EST – Escola Superior de Teologia, em São Leopoldo – RS, de 18 a 20 de outubro de 2007. Acesse o site, para ver mais detalhes sobre a programação e as interessantes oficinas que serão oferecidas no evento.

Homossexualidade e religiosidade setembro 5, 2007

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O tema é polêmico! E, por conta do “desconforto” que o assunto gera nas autoridades religiosas, líderes e mesmo na sociedade laica, percebe-se duas atitudes que se polarizam. De um lado, o “silêncio ensurdecedor” escancara o medo do debate, de outro lado, o “barulho” que a busca dos direitos das pessoas homossexuais provoca, levanta a suspeita que a necessidade da força da lei parece ser um sintoma que surge pela ausência de um debate aberto. Para onde vamos com essas atitudes? Farris não tem medo do debate. Pelo contrário, ele chama para a conversa de um modo amoroso e medeia a discussão com vistas à afirmação da vida. Para ele,

“é fundamental que a Igreja discuta aberta e criticamente a heterossexualidade e a homossexualidade. Sem esta discussão intencional e crítica, corremos o risco de repetir cegamente atitudes sociais e crenças teológicas em vez de aceitar o desafio de construir uma fé viva e relevante”.

Assim, Farris apresenta uma discussão básica sobre a sexualidade humana e oferece uma descrição de cinco perspectivas que dominam as discussões atuais sobre homossexualidade. Sua preocupação com o debate parte da percepção de que

“as atitudes, as crenças, teologias e éticas a respeito da sexualidade humana, em geral, e a heterossexualidade e a homossexualidade, especificamente, influenciam profundamente a ação pastoral, o aconselhamento pastoral e a vida cotidiana de todas as comunidades religiosas”.

Trata-se, portanto, de uma contribuição profundamente relevante para a discussão sobre o tema envolvendo sexualidade e fé.

Baixe o texto: Homossexualidade como conflito moral