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A prática do cuidado e a função da religiosidade no enfrentamento da doença novembro 23, 2007

Posted by psicologiadareligiao in Aconselhamento Pastoral, cuidado, Espiritualidade, Saúde e Religiosidade, Sagrado.
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O Professor Geraldo Paiva discute, num texto publicado em março/2007, pela Rever, o conceito de cura como cuidado e como recuperação da doença. Ele levanta, também, algumas questões acerca da competência da Psicologia para se pronunciar quanto à eficácia ou não do religioso na experiência de enfrentamento (coping) . O prof. Geraldo observa que

as pessoas cujo enfrentamento “religioso” tem a natureza de um enfrentamento “sagrado” mobilizam cognições, motivações, pulsões que dispõem uma nova configuração da existência e podem atingir, mediante o sistema imunológico, a faixa do biológico no homem.

Paiva aborda, ainda, o papel do/a psicólogo/a, do/a teólogo/a e do/a agente pastoral a partir de uma prática que saiba distinguir, em termos teóricos e práticos, as dimensões do religioso, do sagrado e do profano.

O texto completo pode ser acessado aqui: Religião, enfrentamento e cura: perspectivas psicológicas

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Comentários»

1. bebeto_maya - julho 12, 2008

Mas a conjectura do Prof. Geraldo não passa disso. Ele não apresenta provas, senão aquelas já citadas ad nauseum em revistas especializadas. É uma citação paupérrima de conteúdo e de embasamento fisiológico: “mediante o sistema imunológico, a faixa do biológico no homem.[…].”. Como? Se o sistema Imunológico, e isso qualquer criança sabe, é parte integrante do biológico? Não se pode chegar a um pelo outro, pois um está no outro.

A dubiedade e o desdém, como se por ser superior a essa coisa primitiva de religião pudesse analisá-la friamente, ainda ficam mais evidentes quando ele coloca entre “aspas” as palavras sagrado e religioso.

Como conhecer um sistema de crenças sem nenhum embasamento religioso ou filosófico? Considerar fenômenos religiosos como patológicos ou apenas expressão emocional justificada pela dor (como a liberação de endorfinas), é apenas uma pauta em aberto. Não tem valor científico. Não se pode criar duplos-cego em cima de crenças. Posso recomendar René Guénon e Frithjof Schuon e sua filosofia perene.

atenciosamente
bebeto_maya

2. karolliny - agosto 31, 2010

Por isso que nós alunos temos que aprender e não pensa em namorar!


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